A EXPERIÊNCIA ESTÉTICA COMO DISPARADORA DE SENTIDOS: ARTICULAÇÕES ENTRE ARTE, SUBJETIVIDADE E PSICOLOGIA CONTEMPORÂNEA.
Palavras-chave:
Arte, Experiências, Museu Oscar Niemeyer, PsicologiaResumo
Introdução: A arte, ao longo da história, tem se mostrado uma forma privilegiada de expressão humana, capaz de mobilizar afetos, provocar reflexões e favorecer processos de subjetivação. O presente artigo destaca a arte na psicologia em sua dimensão existencialmente integradora em afetar o sujeito: o ser, estar e o agir. Relato de experiência: Apresenta-se uma experiência da autora durante a visita ao Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com ênfase na obra “O Olho da Noite”, do artista Jean Michel Othoniel, considerando a potência da experiência estética como provocadora de processos subjetivos, sendo relacionadas às teorias do psicólogo Vygotsky. Discussão: Discute-se o papel da arte como ferramenta humanizadora no campo da Psicologia, especialmente no desenvolvimento da imaginação, da consciência e da ressignificação da realidade, a fim de promover uma melhor vivência no indivíduo. Conclusão: Conclui-se que a obra, ao gerar momentos de reflexão e introspecção, demonstra como a arte pode ser uma poderosa ferramenta simbólica, facilitando o acesso ao mundo interior e destacando sua importância no desenvolvimento subjetivo e nas abordagens psicológicas.
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